As Fraternidades do Espaço

Em 1940, fizemos os primeiros contatos com as Fraternidades, no início das atividades organizativas da FEESP, onde permanecemos, como um dos dirigentes, até 1967.

Quando o Espírito Guardião Nacional, Ismael, transmitiu a incumbência de se proceder a essa organização em bases cristãs evangélicas, assegurou todo auxílio espiritual necessário que, aliás, jamais faltou e se efetivou de imediato, de uma parte com a proteção da Fraternidade dos Cruzados, cujo efetivo, em determinadas ocasiões, se tornava considerável e, de outra, com a assessoria de três membros da Fraternidade do Santo Sepulcro, que compareciam às reuniões de trabalho trazendo o pensamento e as instruções da Esfera Maior.

Essas entidades estiveram presentes até que se terminasse a organização quando, então, se retiraram, exceto uma delas, que permanece cooperando até a presente data, como protetora e representante de Ismael.

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As Fraternidades do Espaço têm oferecido, há muitos anos, preciosa ajuda na execução das tarefas espirituais em nosso plano e o elo mais forte e dominante dessa cooperação é sempre o interesse pelo bem comum e, para os cristãos, é a difusão e a exemplificação no campo individual e coletivo, dos ensinamentos de Jesus e das realizações evangélicas, cuja vibração unitiva é de altíssimo teor e significação, por tratar-se de atividades do setor crístico.

Para melhor nos vincularmos a elas é de interesse conhecê-las com mais detalhes, com informações sobre origens, objetivos, especializações de trabalho e capacidade operacional, porque, dessa forma, o entendimento não será unicamente teórico, abstrato, mas direto, confiante e efetivo.

Essas fraternidades não são mitos, entidades sobrenaturais ou superstições de fanatismo religioso, mas grupos coesos, firmes e conscientizados de trabalhadores integrados nas hostes aguerridas que obedecem à direção redentora de Jesus e, que nos embates da luz contra as trevas, que já envolvem o planeta nestes dias finais do ciclo evolutivo, se organizam para vencer, assegurando o domínio do amor e da paz, não havendo portanto tempo a se perder com hesitações, alheamentos ou dubitações de caráter aleatório e negativo.

Edgard Armond – 30 de Julho de 1978

Vivência do Espiritismo Religioso – Editora Aliança

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