Fraternidade da Rosa Mística de Nazaré

Falar da mãe de Jesus não é tarefa fácil, porque a nossa pobreza espiritual ainda não nos deixou chegar à Morada Celeste que, nas palavras de Paulo de Tarso, é o sétimo céu.

Porém os benfeitores nos falam de como as Hostes Celestiais se reuniram, para escolher a mulher excepcional, para um testemunho sacrificial, de tamanha envergadura, como proporcionar um corpo material ao Redentor da Humanidade.

De acordo com as leis da época, o elemento feminino era considerado inferior. Os evangelistas, ainda que pobremente, nos falam da sensibilidade daquela jovem que, com a pureza do seu coração, mantinha constante intercâmbio com os enviados do Senhor. Tantas eram as virtudes de Maria, que, quando lhe foi anunciada sua tarefa maternal, apenas disse: “Eis aqui sua serva, Senhor, cumpra-se em mim segundo a Sua Vontade” (Lucas, 1:38).

E, quando, em Belém, reis e pastores enalteciam a chegada do redentor, Lucas nos diz, no capítulo 2, versículo 19, de seu Evangelho: “Maria, porém, guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração”.

Consciente de que sua maternidade era um compromisso de colaborar com o Espírito que Deus fez com que fosse conhecido na Terra como seu filho, continua conquistando com seu amor milhares de criaturas que se tornaram suas legionárias. Estas, desenvolvendo a própria capacidade de amar, colaboram na semeadura da vivência cristã, diminuindo o sofrimento, consolando a aflição, despertando o senso de Fraternidade para que realmente se concretize na Terra o Reino de Amor preconizado por Jesus.

Nesta época de transição, quando a Terra se convulsiona para transformar a mentira em verdade, o ódio em amor, os seus legionários estão presentes em todos os lugares em que se reúnem pessoas de boa vontade, oferecendo, além de atendimento fraterno, preces, vibrações fluídicas, para facilitar a atuação das falanges do bem. Há 46 anos tomando parte no trabalho das vibrações realizado na Federação às quintas-feiras, temos sentido a presença deste Grupo Fraternal, protegendo e amparando os trabalhadores e enriquecendo as emissões daqueles que se tornaram discípulos de Jesus, aprendendo a sublime arte de Amar.

Notas:

*O nome Maria vem do hebraico Miryam. O significado é incerto. Estudiosos consideram que o nome possa ter se originado do egípcio mrjt, “amada”.

*O Grupo de Judas se filia à Fraternidade da Rosa Mística de Nazaré, sob o patrocínio de Maria de Magdala. Este Grupo atua no socorro a suicidas e auxílio a encarnações de Espíritos a evoluir em corpos doentes, com problemas mentais.

Martha Thomaz Gallego, Histórias das fraternidades – Fraternidade Assistencial Esperança

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