Os Males da Dúvida

Perdoa as nossas dívidas, repetimos no “Pai Nosso”.

Perdoa as nossas dúvidas, parafraseamos, respeitosamente, a venerável oração de Jesus, ao Pai das Luzes.

A dúvida mata as mais belas sementes de progresso e espiritualidade.

É o joio pior que há, ao lado da promessa de sementeiras fartas, de trigo opulento e generoso.

É inimiga fidagal dos médiuns e de mediunidade: ao lado da vaidade, forma o par de rochedos que tem feito naufragar muito barquinho recém-lançado no oceano cristalino e puro da tarefa espiritual.

Acautelem-se os médiuns contra esses dois elementos dissolventes; tenham consciência do que fazem, do valor do que produzem, da elevação, maior ou menor, das entidades e inspirações recebidas, mas não permitam que seu barco naufrague ou seja, sequer, avariado. Passem de largo ao divisarem o estreito fatal (passagem perigosa no Mar Egeu).

Emmanuel

Na Seara do Evangelho – Editora Aliança

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