Considerações sobre a Caderneta Pessoal

Desde o início das aulas os alunos recebem uma Caderneta Pessoal (com dimensões aproximadas de 15cm x 11cm) de múltiplas utilidades, quais sejam: escrituração das notas escolares exaradas pelos Dirigentes; anotações feitas pelo próprio aprendiz sobre tudo quanto ocorra no seu íntimo e que seja útil ao aprendizado, à vivência espiritual e que reverta em benefício próprio como, por exemplo, transformações morais e psíquicas, eliminação de hábitos e vícios ruinosos, aquisição de virtudes, melhoramentos de conduta, surgimento de faculdades mediúnicas, trabalhos realizados, etc.

A Caderneta reúne dados de apreciação pessoal, de resultados dos esforços de reforma e concorre, ela mesma, à apuração deles e pode conter ou não, indiferentemente, os nomes de seus portadores. Muitos preferem a representação dos nomes por números, para satisfação de escrúpulos pessoais, ou de amor próprio  convindo, porém, considerar que o que deve interessar a todos é libertarem-se das imperfeições, para que as almas surjam à luz do dia em claridades enobrecedoras e não dissimularem o que quer que seja, porque isto é, também, esforço e testemunhação.

O que se registra nas Cadernetas é examinado, ao fim de cada ano letivo (atualmente os dirigentes devem ler as Cadernetas Pessoais e rubricá-las ao menos a cada 90 dias), pelos dirigentes das turmas ou pelos chefes dos respectivos Núcleos de Contato, que neles exaram uma apreciação sucinta e em caráter reservado sobre o resultado do aprendizado e as condições do aproveitamento individual, fornecendo as indicações e os conselhos que forem necessários. A apreciação é dada em caráter impessoal, sem preocupações sobre a identidade, para que possa ser feita com isenção e imparcialidade.

Vivência do Espiritismo Religioso, Editora Aliança

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