Conselhos II

Saúde é bênção. O malbarato das forças físicas é falta, cuja punição jamais tarda.

Perfeição é meta comum a todos. A complacência para com o erro é momentânea cegueira, a reclamar o amargor das lágrimas.

O lar é porto e refúgio. Trazer para casa a tempestade e o perigo de naufrágio, é criminosa irresponsabilidade.

Mediunidade é traço de união entre a Terra e aqueles que, do plano espiritual, podem ensinar e curar, aos que suplicam orientação e alívio. Intercâmbio psíquico para fins indignos é passe de admissão ao manicômio ou ao cárcere, num ou noutro plano.

A beleza física é dom sublime. Abusar dos atrativos pessoais é condenar-se à fealdade.

Inteligência é poderoso recurso do Espírito. O mau emprego da mente acaba por obscurecê-la.

O amor é a essência divina. A exploração do alheio afeto resultará num deserto sentimental.

Lucidez mental é apanágio dos grandes homens. Usar a clareza do raciocínio para confundir o próximo, é confundir-se a si mesmo, cedo ou tarde.

A palavra é o abençoado veículo do pensamento. O verbo desorientador acabará por perturbar quem o profere.

As mãos de Jesus só se movimentaram, acentuando o ensinamento sublime, curando e abençoando. Mãos indolentes ou criminosas pregam-se voluntariamente ao madeiro de grandes padecimentos, só se libertando quando aprendem a imitar as do Mestre.

André Luiz

Na Seara do Evangelho – Editora Aliança

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