Vibrações e Ciência

Ao escutarmos uma música que traz paz interior, ao vermos um filme inspirador de sublimes pensamentos e sentimentos, ao lermos um livro que traz revelações de caráter espiritualizante, sentimos o nosso ser (corpo e espírito) radiante, bem harmonizado nas funções fantásticas dessa divina combinação, que nos dá a oportunidade de nascer e evoluir por meio de nossos esforços. Essa sensação nos acompanha por toda a semana e, às vezes, meses, dando-nos forças para superar os mais difíceis embates da vida.

O Espiritismo ajuda-nos a explicar esse fenômeno ao revelar as benesses resultantes de vibrações emitidas com amor, carinho, fraternidade etc. Ou do contrário, quando nos entregamos aos sentimentos de raiva, mágoa, quando não perdoamos, ensina o quão difícil se torna nossa vida e a daqueles para quem vibramos mal. Isso acontece porque as vibrações viajam através do fluido cósmico universal, no qual estamos todos mergulhados.

Recentemente, a ciência começou a entender esse fenômeno e a medi-lo. Embora limite-se ainda ao campo material, de energia mais densa, a ciência demonstra os efeitos sobre a natureza e sobre o nosso corpo quando recebemos e enviamos bons pensamentos e sentimentos, escutamos determinados tipos de música e fazemos leituras edificantes.

O pesquisador japonês Masaru Emoto, em seu livro “The Message from Water”, relata experiências realizadas com cristais de água congelada quando expostas a diferentes pensamentos, músicas eruditas ou heavy metal, a sentimentos como amor, compaixão e ódio. As moléculas recebem as diferentes vibrações e têm suas aparências modificadas por elas. Formas belas e harmoniosas surgem na presença de boas vibrações, quando são colocados papéis com nomes de personalidades de moral elevada, como madre Tereza de Calcutá, ou ao tocar a Pastoral de Beethoven. Essa variação nas formas das moléculas também é encontrada em locais onde a presença do homem ainda é restrita e rara, como lagos e rios no meio de florestas e nascentes nas montanhas. Cristais deformados, com aspecto confuso e sombrio são resultados da emanação de vibrações e sentimentos como ódio e rancor, poluição, contaminação da água ou músicas que trazem em suas letras e melodias tristeza e revolta.

Ao levar em conta que nosso corpo e o planeta Terra são constituídos de 70% de água, dá para imaginar como devemos ficar quando nutrimos sentimentos menos nobres.

Outra experiência relatada no documentário “Quem somos nós?” foi desenvolvida na cidade de Washington DC, nos Estados Unidos, onde aproximadamente 4 mil pessoas em 100 diferentes países rezaram durante um dia inteiro para a cidade. Para saber se essa ação realmente poderia causar alguma influência sobre as pessoas, foram observadas as taxas de crimes daquele dia. A princípio, o chefe de polícia estava cético e acreditava que só seria possível reduzir o índice de criminalidade se caísse 30 cm de neve. Após a experiência, verificou-se uma redução em torno de 25% na criminalidade. O que demonstra que, quando uma grande massa vibra pelo mesmo objetivo, ele é alcançado. Automaticamente, vem à nossa mente as vibrações das 22 horas.

É necessário reanalisarmos conceitos e convicções a respeito das vibrações e seus efeitos. Eles já podem ser medidos pela ciência da Terra, embora esta ainda não saiba explicar como isso acontece. Melhorar as condições vibratórias do nosso ser e do planeta é nosso dever, e o plano espiritual superior utiliza-se disso para oferecer auxílio e socorro à humanidade, especialmente nesse momento de transição que vivemos.

Nós também podemos medir os nossos níveis vibratórios, observando como estão os pensamentos, sentimentos, atitudes no dia a dia e, assim, modificá-los. O Evangelho de Jesus é o melhor termômetro.

Denis Orth, Regional Sorocaba – Jornal O Trevo – N° 438 – Janeiro/2012

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